A Rede Síria de Direitos Humanos (RSDH) reportou nesta segunda-feira (1°) que o mês de julho contabilizou 86 civis mortos devido à guerra ainda em curso na Síria – incluindo 21 menores de idade e oito mulheres. Cinco vítimas foram torturadas até a morte.
Dezoito civis foram mortos por ataques do regime sírio de Bashar al-Assad e forças russas; os 57 restantes faleceram por ações de terceiros. Conforme a ong, catorze civis – dentre os quais, seis crianças – morreram em explosões de minas terrestres.
Tropas russas, reafirmou o grupo, violaram o cessar-fogo e cometeram um massacre contra pessoas deslocadas na aldeia de al-Jadida, na parte oeste da província oposicionista de Idlib.
A Síria é assolada pela guerra civil desde 2011, quando o regime de Assad reprimiu violentamente protestos populares por democracia.
LEIA: Líbano revela plano para deportar refugiados sírios em parceria com Assad
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Novos ataques israelenses atingem o sul do Líbano, apesar de ‘cessar-fogo’
- Israel mata ao menos 37 em Gaza, em novas violações do cessar-fogo
- Blog A neutralidade põe em risco organizações assistenciais
- Al Jazeera acusa YouTube de violar liberdade de imprensa, ao capitular a Israel
- Albaneses protestam contra visita de seu primeiro-ministro a Israel
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA






