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O Tribunal Penal de Mansoura pediu ao parlamento do Egito que acate uma emenda à lei sobre pena capital para transmitir ao vivo a execução de Mohamed Adel, condenado pelo assassinato de sua colega Naira Ashraf, estudante da principal universidade local, no fim de junho.
A corte insistiu em carta que a transmissão corrobora a punição adequada, além de servir de suposta dissuasão a crimes hediondos.
Adel foi condenado à morte pelo homicídio de Naira, com facadas na garganta em plena luz do dia, ao intercedê-la na entrada da Universidade de Mansoura – onde a estudante realizaria sua prova final. Adel confessou dolo e justificou o crime pois Naira recusou matrimônio.
O assassinato brutal foi registrado pelas câmeras de segurança da instituição de ensino e emitiu alertas sobre crimes de gênero em todo o Egito e no Oriente Médio.
LEIA: Regime militar do Egito adota pausa temporária nas execuções
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