Ativistas tunisianos na sexta-feira levaram o projeto de Constituição proposto anunciado pelo presidente Kais Saied para a mídia social para discussão.
Uma das questões debatidas é o uso de palavras ambíguas nos termos e artigos da Constituição redigida pelos aliados de Saied.
Por exemplo, os ativistas se referiram ao uso de uma palavra específica, Taghraa. Eles analisaram seu significado e descobriram que se refere a selos usados por ex-sultões e reis.
Em seu contexto, os ativistas alegaram que Saied poderia estar se referindo a governar o país por meio de decretos presidenciais.
Outra questão levantada pelos ativistas é o Artigo Um do capítulo cinco, afirmando que a Tunísia faz parte da Umma Muçulmana, enquanto Saied já havia indicado que o Islã não seria a religião do Estado.
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