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Israel confirma primeiro caso de varíola do macaco

Lesões causadas pela varíola do macaco, na República Democrática do Congo, em 1997 [Smith Collection/Getty Images]
Lesões causadas pela varíola do macaco, na República Democrática do Congo, em 1997 [Smith Collection/Getty Images]

Israel detectou um primeiro caso confirmado de varíola do macaco, reportou em comunicado o Ministério da Saúde neste sábado (21). Autoridades esperam conter a transmissão.

As informações são da agência de notícias Reuters.

Um cidadão de cerca de 30 anos que recentemente chegou ao país da Europa Ocidental testou positivo para o vírus. O indivíduo permanece com sintomas leves, mas está em quarentena no Centro Médico Sourasky, em Tel Aviv.

O Ministro da Saúde Nitzan Horowitz confirmou a possibilidade de compra de algumas doses da vacina para profissionais de saúde. No entanto, declarou à emissora N12 News: “Isso não é uma pandemia, não é nada igual ao covid-19”.

O ministro não concedeu detalhes da vacina a ser adquirida, mas dados apontam que o imunizante para a varíola comum pode ser utilizado para a variante em questão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), doze países confirmaram casos de varíola do macaco. Até então, quase cem pacientes foram diagnosticados no mundo, a maioria na Europa.

A varíola do macaco é um vírus transmitido por contato físico e costuma causar sintomas leves, como febre, erupções cutâneas e inchaço nos nódulos linfáticos. É endêmica de partes do oeste e centro da África, mas pode ser facilmente contido com isolamento e medidas de higiene.

Os pesquisadores sugerem que a doença tem difícil transmissão, mas novos padrões de contágio demandam maior investigação.

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