Jerusalém e a abençoada Mesquita de Al-Aqsa são uma linha vermelha para toda a nação islâmica, anunciou ontem a Organização de Cooperação Islâmica (OCI).
“Não há segurança ou estabilidade na região sem a libertação completa de Jerusalém da ocupação israelense”, disse o secretário-geral da OCI, Hussein Taha, durante uma reunião extraordinária do comitê executivo do órgão na cidade costeira de Jeddah, na Arábia Saudita.
Taha exortou os membros da OCI “a unificar os esforços políticos, econômicos e de mídia para proteger a cidade de Jerusalém e seus locais sagrados e tomar medidas políticas e legais apropriadas contra Israel para interromper suas contínuas violações contra o povo palestino e seus locais sagrados”.
Ele pediu à comunidade internacional que “respeite as decisões da OCI” e trabalhe em conjunto na questão palestina, descrevendo o assunto como “central para a nação islâmica e a razão de sua existência”.
A reunião da OCI teria sido solicitada pela Indonésia.
LEIA: Esgrimista jordaniano recusa-se a enfrentar oponente israelense
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