Dois meses e meio se passaram desde que Abdulla Hamdok renunciou do cargo de premiê do Sudão; desde então, o ex-primeiro-ministro não apareceu na imprensa.
Porém, novas conversas emergiram sobre a possibilidade de Hamdok retorna ao posto, como parte de um acordo político para superar a crise que assola o país norte-africano desde 25 de outubro, quando as Forças Armadas tomaram o poder.
As notícias de seu retorno coincidem com a viagem de Abdul-Fattah al-Burhan, comandante máximo do exército e presidente do Conselho Soberano, aos Emirados Árabes Unidos, onde Hamdok reside desde sua exoneração, em 2 de janeiro.
Al-Burhan chegou aos Emirados em 10 de março e permaneceu no país por quatro dias, para conduzir uma série de encontros com oficiais locais.
O governo sudanês não confirmou até então o retorno de Hamdok.
LEIA: EUA impõem sanções a Polícia da Reserva do Sudão por repressão a civis
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Presidente da Síria anuncia cessar-fogo e acordo de integração com a FDS
- O novo mandato: Recolonização, ‘paz’ e a arquitetura do apagamento
- Aliados, logística e diplomacia suspendem ataque de Trump ao Irã, nota reportagem
- O declínio da estratégia imperialista contra o Irã
- A presidência como teatro: A era de ilusão e logro dos Estados Unidos
- Líbia encontra cova coletiva ligada a tráfico humano em Ajdabiya
- Forças israelenses matam menino palestino e agridem fiéis na Cisjordânia
- Argentina suspende transferência de embaixada a Jerusalém, reporta imprensa
- Trump descreve a si mesmo como ‘presidente em exercício’ da Venezuela
- Europa discute designar como ‘terrorista’ a Guarda Revolucionária do Irã






