Pessoas interessadas em lutar pela Ucrânia foram rejeitadas em função dos países de origem: são do Oriente Médio, Ásia e o bloqueio inclui o Brasil É o que consta de um email de resposta a um brasileiro de Minas Gerais, atribuído à Legião Internacional de Defesa Territorial da Ucrânia e encaminhado a Uol. O portal de notícias tentou confirmar a informação diretamente com a organização da Ucrânia, obtendo a resposta de que voluntários de alguns países não são aceitos, sem dizer quais países.
A lista de 22 origens consta porém do email atribuído ao candidato brasileiro e inclui, além do Brasil, os países Afeganistão, Síria, Kosovo, Rússia, Belarus, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Paquistão, Arábia Saudita, Qatar, Líbano, Uzbequistão, Turcomenistão, Tajiquistão, Quirguistão, Cazaquistão, Irã, Iraque, Tailândia, Índia e Armênia.
O Uol menciona algumas hipóteses para a rejeição desses voluntários: receio da entrada de espiões, racismo ou retaliação pela posição menos crítica à Russia, impedindo um isolamento total do pais agressor.
LEIA: O mundo pós-guerra russo-ucraniana e a nova bipolaridade ampliada
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