Nesta quarta-feira (2), a Arábia Saudita decidiu libertar Dawoud al-Marhoon, sentenciado previamente à pena capital. Al-Marhoon tinha apenas 17 anos quando foi preso em 2012, durante protestos contra o governo convocados pela minoria xiita.
Em 2015, ele e outros dois menores, Ali Al-Nimr e Abdullah Al-Zaher, foram condenados à morte; no entanto, suas penas foram reduzidas a dez anos de prisão após o Rei Salman determinar que a execução não seria mais utilizada contra crimes considerados menores.
Al-Minr — sobrinho do influente clérigo xiita Nimr al-Nimr, executado em 2016 — foi libertado em outubro. Al-Zaher foi libertado em novembro do último ano.
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A Arábia Saudita é um dos países com maior índice de execuções do mundo. Somente em 2021, foram mortas 69 pessoas em custódia do estado.
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