Mohammed Al-Arida, um dos seis prisioneiros palestinos que escaparam da Prisão Gilboa de Israel em 6 de setembro e foi recapturado dias depois, iniciou ontem uma greve de fome em aberto protestando contra as rígidas condições de detenção sob as quais está detido, disse a Comissão de Assuntos de Detidos e Ex-Detidos da OLP.
Al-Arida tem sido alvo de perseguições e duras medidas punitivas impostas pelo serviço penitenciário israelense desde que foi recapturado, informou a agência de notícias Wafa. Entre elas, estão mantê-lo isolado por 14 dias sem quaisquer pertences pessoais, proibi-lo de visitas familiares e comprar bens essenciais na cantina por dois meses, além de multá-lo.
Ele está sendo mantido em isolamento, sem cobertores ou travesseiro, em uma cela pequena, suja e sem ventilação, que não possui os padrões básicos de vida. Há dias que não toma banho, porque é monitorado ininterruptamente por câmeras de vigilância.
Al-Arida, de 46 anos, da cidade de Arraba, perto de Jenin, foi preso em 1996 e está cumprindo prisão perpétua.
LEIA: Fuga de Gilboa tornou-se símbolo de nossa luta por liberdade, afirma artista de Gaza
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Grupo de direitos humanos afirma que 90 mulheres palestinas estão detidas em prisões israelenses
- Irã afirma que quebra de compromissos e bloqueio são os principais obstáculos para negociações “genuínas” com os EUA
- Trump diz que negociações EUA-Irã são ‘possíveis’ em 36 a 72 horas
- Casa Branca afirma que Trump não considera a apreensão de navios pelo Irã uma violação do cessar-fogo
- Tribunal de Magistrados de Haifa suspende demolição no Cemitério Sheikh Izz ad-Din Al-Qassam
- Grupo de direitos humanos afirma que 90 mulheres palestinas estão detidas em prisões israelenses
- Autoridades russas detêm viajantes israelenses no aeroporto de Moscou
- Islamofobia persiste e se espalha por diferentes esferas da vida de mulheres muçulmanas no Brasil
- Brasil insta o Conselho de Segurança da ONU a acabar com a “loucura da guerra”
- Emissora israelense diz que soldado que destruiu estátua de Cristo no Líbano não será julgado






