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Protesto tribal bloqueia Porto Sudão há cinco dias consecutivos

Manifestantes sudaneses reúnem-se na principal entrada de Porto Sudão, no sul do país, em 20 de setembro de 2021 [IBRAHIM ISHAQ/AFP/Getty Images]

Manifestantes sudaneses mantiveram ontem (21) o fechamento de Porto Sudão, acesso vital ao país, na região do Mar Vermelho, pelo quinto dia consecutivo, contra termos estabelecidos pelo acordo de paz assinado entre Cartum e Sudão do Sul, em outubro último.

O Alto Conselho de Beja Nazirs, que comanda o protesto, também fechou o terminal de petróleo de Bashayer, o porto de Suakin e zonas francas instaladas na região do Mar Vermelho, além de suspender a remessa de recursos dos portos ao Banco Central.

Ahmed Musa Omar, líder do conselho tribal, afirmou à agência Anadolu que a reabertura dos portos no Mar Vermelho está condicionada às demandas do protesto.

Em julho, o conselho fechou por três dias a principal rodovia entre a capital Cartum e Porto Sudão, ao afirmar que o acordo marginaliza o leste do país.

Não obstante, o Ministério dos Transportes alegou que a série de fechamentos prejudica a reputação da zona portuária, assim como os esforços do governo para reconquistar a confiança do mercado internacional sobre suas operações.

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