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Custo da caça a fugitivos palestinos atinge US$30 milhões

Forças israelenses patrulham o posto de controle de Jalamah, entre a cidade de Jenin, na Cisjordânia ocupada, e o território considerado Israel, após a fuga de seis prisioneiros palestinos da penitenciária de Gilboa, em 6 de setembro de 2021 [Nedal Eshtaya/Agência Anadolu]

Em 6 de setembro, forças da ocupação israelense lançaram a maior caça humana de sua história, em busca de seis prisioneiros palestinos que escaparam da penitenciária de segurança máxima de Gilboa, naquela madrugada.

No entanto, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (17) pela rede de notícias Sputnik, o custo da operação atingiu até então US$30 milhões.

Pelo 14° dia consecutivo, a polícia e o exército israelense, assim como o serviço de inteligência doméstica Shin Bet, mantiveram esforços para capturar os fugitivos, incluindo uso de helicópteros e drones avançados para tanto.

Centenas de novos checkpoints foram instalados por toda a região.

LEIA: ‘Buscarei minha liberdade novamente’, afirma fugitivo palestino após sua captura

Até então, quatro prisioneiros foram recapturados, mas as forças israelenses sequer encontraram rastros dos dois remanescentes.

Sem revelar informações à mídia, os serviços de segurança parecem ter expectativas de que ao menos um dos dois fugitivos esteja em Jenin, na Cisjordânia ocupada.

A emissora de radiodifusão israelense KAN confirmou que a procura aos dois prisioneiros palestinos custa cerca de US$3 a US$6 milhões por dia. Segundo uma fonte da polícia: “É a mais cara caça humana da história de Israel”.

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