Nesta quinta-feira (2), o Presidente da Tunísia Kais Saied orientou seus chefes de segurança a lidar com as manifestações no país “conforme a lei”, ao comprometer-se com os direitos civis de liberdade de expressão e protesto pacífico.
As diretrizes do chefe de estado foram entregues durante reunião com o Ministro do Interior Ridha Gharlawi, o Diretor de Segurança Nacional Sami al-Hichri e o Diretor-Geral de Segurança Pública Mourad Hussein, segundo comunicado da presidência.
A declaração de Saied sucede em um dia relatos de uso de força excessiva por parte da polícia, para dispersar um protesto civil no centro da capital Túnis, que reivindicava nomes de oficiais envolvidos em assassinatos políticos nos últimos anos.
Segundo a nota oficial: “[Saied] destacou a necessidade de lidar com as manifestações conforme a lei e comprometer-se em respeitar os direitos dos cidadãos de protestarem pacificamente e se expressarem livremente”.
LEIA: Presidente da Tunísia acusa ‘terceiros’ de tentar comprar leis favoráveis
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Entre elefantes e pássaros: A ilusão da invencibilidade imperial
- Conselho de Paz de Trump dará ao Hamas um ultimato de dois meses para desarmar-se, diz ministro das Finanças israelense.
- Centenas de ex-funcionários da União Europeia pedem ação enérgica contra Israel
- Conferência Popular pede apoio à UNRWA e à resiliência dos campos de refugiados no exterior
- Lapid quer lei declarando o Catar um Estado inimigo
- Brasil condiciona entrada no ‘Conselho de Paz’ a foco em Gaza e assento palestino
- Em Jerusalém, Flávio Bolsonaro ataca Lula e reforça laços com Netanyahu
- Trump e a Venezuela: Treze vezes que os EUA impuseram mudanças de regime
- Reabrir Rafah não significa permitir entrada de jornalistas, afirma Israel
- 3.3 milhões de deslocados retornam a nove estados no Sudão, reporta ONU






