Em reunião com oficiais locais de direitos humanos, o Presidente da Tunísia Kais Saied acusou “terceiros” de tentar subornar instituições do estado para obter leis favoráveis — porém, sem identificá-los ou conceder evidências.
Saied alegou que não cederá terreno àqueles que expropriaram recursos tunisianos, ao argumentar que uma peça legislativa poderia ser supostamente comprada por até 150 mil dinares — equivalente a aproximadamente US$50 mil.
“Eles deixaram passar fome e abusaram [do povo tunisiano] e faliram o estado”, afirmou Saied. “Então encontraram um jeito de escapar por meio de alguns textos legais e seus processos permanecem engavetados nos tribunais há décadas”.
Segundo o presidente, parte da documentação chegou a ser roubada dos arquivos.
Saied sugeriu ainda que, enquanto um grupo de indivíduos conspira, outros são responsáveis por implementar medidas para sabotar sua presidência e as instituições da república.
LEIA: Ennahda se responsabiliza junto a outras partes pela crise atual da Tunísia
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