Uma fonte de segurança do Egito negou nesta segunda-feira (9) relatos de que Ola al-Qaradawi, filha do presidente da União Internacional de Estudiosos Muçulmanos, Yusuf al-Qaradawi, esteja em greve de fome na prisão.
Segundo o jornal egípcio Al-Masry Al-Youm, a fonte insistiu que as alegações são falsas.
Rumores circularam nas redes sociais de que Ola lançou uma greve de fome em confinamento solitário na ala feminina da penitenciária de Qanater, como protesto à sua detenção sem sequer julgamento, que já se prolonga por mais de quatro anos.
Ola al-Qaradawi permanece isolada em custódia desde 1° de julho de 2017, após ser presa junto de seu marido por filiar-se a um “grupo terrorista” — em referência à Irmandade Muçulmana, criminalizada pelo presidente e general Abdel Fattah el-Sisi.
LEIA: Prisioneiras políticas na cadeia de Al-Qanater são violentamente agredidas, no Egito
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