A corte de recursos da cidade de Casablanca, norte do Marrocos, confirmou a pena de cinco anos de prisão imposta ao jornalista independente Suleiman Raissouni.
A corte também ordenou compensação pelo apelo estimada em torno de US$11 mil, com potencial recurso, segundo informações da agência Anadolu.
Raissouni foi condenado por “agressão violenta e indecente” e “detenção forçada”, acusações que nega categoricamente. Forças policiais do Marrocos prenderam Raissouni após uma queixa de assédio sexual registrada por um jovem.
O jornalista detido está há quase três meses em greve de fome, mas as autoridades insistem em contestar relatos de que sua saúde deteriorou-se gravemente.
Raissouni é famoso por suas críticas contundentes ao regime e tornou-se um dos mais proeminentes articulistas da imprensa marroquina. A monarquia costuma negar qualquer abuso de direitos humanos ou violações à liberdade de expressão no país.
LEIA: Marrocos reconhece o terceiro gênero e aprova o uso da linguagem berbere nos registros de nascimento
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






