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Violações da liberdade de mídia são documentadas no Iêmen

Jornalistas erguem cartazes e faixas durante o funeral do repórter de TV Adib al-Janani, morto em um ataque ao aeroporto de Aden, na terceira cidade de Taez, no Iêmen, em 2 de janeiro de 2021. [Ahmad Al-Basha/AFP via Getty Images]
Jornalistas erguem cartazes e faixas durante o funeral do repórter de TV Adib al-Janani, morto em um ataque ao aeroporto de Aden, na terceira cidade de Taez, no Iêmen, em 2 de janeiro de 2021. [Ahmad Al-Basha/AFP via Getty Images]

O Yemeni Journalists ‘Syndicate (YJS) documentou 24 violações da liberdade da mídia e dos direitos dos jornalistas durante o primeiro trimestre de 2021.

O órgão afirmou em nota divulgada terça-feira que documentou sete casos de prisão, detenção e acusação, sete casos de julgamento e intimação, seis casos de prevenção de cobertura, visitação e assistência médica e dois casos de confisco de bens e propriedades de jornalistas, além de um caso de agressão.

O relatório, que cobre o período de janeiro a março de 2021, identificou a milícia Houthi como a principal violadora da liberdade de imprensa no Iêmen, com 58% do total de violações cometidas pelo grupo, seguido pelo governo internacionalmente reconhecido do presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi.

“Infelizmente, a pior realidade imposta pela guerra no Iêmen nos últimos seis anos é a falta de aceitação ou permissão para o direito ao pluralismo e à diferença, o que afetou negativamente a realidade da liberdade de imprensa no país”, disse.

O sindicato observou que 13 jornalistas ainda estão presos, 11 foram sequestrados pelo grupo Houthi, um fotojornalista foi detido pelas autoridades locais na governadoria de Hadhramaut e outro está sob prisão da Al-Qaeda.

LEIA: Houthis do Iêmen confirmam ataques de drones na capital saudita

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