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Anistia Internacional critica a ‘discriminação institucionalizada’ de Israel

Palestinos em Gaza protestam contra o cerco israelense na Faixa em 5 de fevereiro de 2019 [Mohammed / Asad/ Monitor do Oriente Médio]
Palestinos em Gaza protestam contra o cerco israelense na Faixa em 5 de fevereiro de 2019 [Mohammed / Asad/ Monitor do Oriente Médio]

A Anistia Internacional condenou Israel na terça-feira por “continuar a praticar a discriminação institucionalizada contra os palestinianos nos territórios ocupados.”

Em um relatório, a organização de direitos humanos denunciou o cordão de segurança imposto à Faixa de Gaza, descrevendo-o como “punição coletiva”.

Sobre a vacina contra o coronavírus, a Anistia apontou que: “A falha israelense em vacinar milhões de palestinos nos territórios ocupados implica em discriminação absoluta.”

“O exército israelense continua praticando violência excessiva na Cisjordânia ocupada”, acrescentou o relatório.

Por outro lado, a Anistia Internacional condenou os recentes disparos indiscriminados de foguetes contra Israel, alegadamente realizados por grupos armados de Gaza, observando que resultou na morte de dois civis.

LEIA: Do Brasil à Palestina, fome e falta de vacinas

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