O ex-parlamentar egípcio Mahmoud Youssef se tornou a décima segunda pessoa a morrer em uma prisão egípcia desde o início do ano e o nona desde fevereiro, depois de ser infectada pelo coronavírus, disse um grupo de direitos humanos.
Batel, um grupo de campanha que pede a libertação de presos idosos e doentes, disse que Youssef, de 64 anos, faleceu no Hospital Central de Qeft, para onde foi transferido após sua saúde ter piorado gravemente na sede da Segurança Nacional, na governadoria de Qena, em sul do Egito.
O Centro Shehab para os Direitos Humanos condenou a negligência médica dentro das prisões e centros de detenção egípcios e responsabilizou o Ministério do Interior pela morte do ex-legislador.
Shehab exigiu a libertação de todos os detidos para salvar suas vidas durante a pandemia.
Anteriormente, a Human Rights Watch (HRW) advertiu que detidos e prisioneiros estão morrendo em prisões egípcias. Acrescentando que, apesar dos apelos para fornecer aos prisioneiros cuidados de saúde adequados, as autoridades não o têm feito.
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