Jibril Rajoub, secretário-geral do Comitê Central do Fatah (CCF), enalteceu um recente decreto do Presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas sobre liberdades civis.
Em entrevista à rádio oficial palestina, Rajoub afirmou que o decreto é uma “medida estratégica” para garantir o sucesso do processo democrático que levará ao fim da divisão entre os grupos políticos palestinos e à conquista da unidade nacional.
No sábado (20), Abbas emitiu um decreto, negociado com os diversos grupos palestinos, a fim de promover liberdades civis nos territórios ocupados, interromper campanhas de prisão com motivação política e libertar prisioneiros enquadrados no contexto faccionário.
O decreto, destacou Rajoub, é abrangente e coerente com os anseios de todas as facções palestinas – “o que significa comprometimento em implementá-lo”.
“Este decreto reflete uma vontade nacional independente oriunda dos desafios enfrentados pelo povo palestino, que resiste a uma ocupação interessada em manter a divisão”, prosseguiu.
O oficial do Fatah elogiou ainda a participação do Egito e outras potências regionais no diálogo nacional palestino.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Fluxo humanitário a Gaza cai drasticamente em meio a restrições de travessia
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo
- TotalEnergies paralisa produção de petróleo nos Emirados, Catar e Iraque
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- França “não pode aprovar” ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, diz ministro das Relações Exteriores
- Bilionário emiradense repreende senador americano por pedir que os países do Golfo se unam à guerra contra o Irã
- Aramco alerta para consequências “catastróficas” para o mercado de petróleo se o fechamento do Estreito de Ormuz persistir
- Autoridade israelense reage a Trump: a guerra ainda não terminou
- Trump decepcionado, Irã resoluto: liderança em meio à guerra






