A Argélia disse que reabrirá sua embaixada em Trípoli nos próximos dias, após sete anos de fechamento por ameaças à segurança, relata o Al Quds Al-Arabi.
O anúncio foi feito na quarta-feira (27) após a visita do chanceler argelino, Sabri Boukadoum, a Trípoli, quando verificou as condições da embaixada antes de sua reabertura.
Boukadoum enfatizou o apoio de seu país ao acordo para a realização de eleições na Líbia em 24 de dezembro de 2021, dizendo que Argel está pronta para desempenhar um papel mais importante no caminho do diálogo para resolver a crise na Líbia.
Boukadoum encontrou-se com o chefe do Conselho Presidencial Fayez Al-Sarraj, o chefe do Alto Conselho de Estado, Khalid Al-Mishri, o presidente da Câmara dos Representantes de Trípoli, Hamouda Sayala, e o ministro das Relações Exteriores, Mohammed Sayala, junto com outros funcionários.
Também foi assinado um acordo de energia entre a Líbia e a Argélia.
LEIA: Como os Emirados reproduzem interesses de Israel e EUA na região
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Trump e Hegseth não conseguem definir a verdade sobre a guerra EUA-Israel contra o Irã
- Manifestantes pedem que universidade de Bruxelas rompa parceria com empresa israelense ligada à defesa
- Irã diz que mais de 200 menores foram mortos e 1.401 ficaram feridos em ataques EUA-Israel desde 28 de fevereiro.
- Exército israelense prende 16 mulheres palestinas em incursões na Cisjordânia
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






