Ali Huweidi, diretor-geral da Associação 302 em Defesa dos Refugiados, enalteceu a decisão do governo libanês de fornecer vacinação pública e gratuita contra o coronavírus a refugiados palestinos no Líbano, ao descrever a medida como “passo na direção correta”.
Huweidi afirmou que a decisão resultou de um encontro entre o Ministro da Saúde do Líbano Hamad Hassan com representantes da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).
“O processo de vacinação levará em conta critérios estabelecidos pela OMS, a começar com trabalhadores da linha de frente e então idosos”, declarou Huweidi à rede Quds Press.
Claudio Cordone, diretor da UNRWA no Líbano, anunciou em nota que os refugiados palestinos serão incluídos na campanha pública de vacinação contra o coronavírus, assim como cidadãos libaneses e residentes no país, conforme os padrões da OMS.
Cordone reiterou que a agência das Nações Unidas planeja cooperar com o estado libanês para montar centros de vacinação perto dos campos de refugiados palestinos e outras comunidades habitacionais no Líbano.
LEIA: UNRWA ignora sofrimento de refugiados palestinos no Líbano
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