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Israel prepara sanção a bancos palestinos que atendem famílias de prisioneiros

Manifestantes se reúnem para protestar contra o fechamento de contas bancárias de prisioneiros palestinos em prisões israelenses na Cidade de Gaza, Gaza em 11 de maio de 2020. [Mustafa Hassona/Agência Anadolu]
Manifestantes se reúnem para protestar contra o fechamento de contas bancárias de prisioneiros palestinos em prisões israelenses na Cidade de Gaza, Gaza em 11 de maio de 2020. [Mustafa Hassona/Agência Anadolu]

Israel imporá sanções e penalidades aos bancos palestinos que processam os pagamentos da Autoridade Palestina (AP) às famílias dos palestinos que passaram algum tempo nas prisões israelenses, informou a mídia israelense.

Em fevereiro passado, o ministro da Defesa israelense na época, Naftali Bennett, assinou um decreto militar que declara que qualquer pessoa ou organismo que conceda ajuda financeira com o objetivo de facilitar, promover, financiar ou recompensar “crimes relacionados ao terror” está cometendo um crime que acarreta pena de até dez anos de prisão e multa.

A emissora pública israelense Kan disse que a lei militar foi congelada várias vezes pelo atual ministro da Defesa, Benny Gantz, por medo de provocar protestos na Cisjordânia ocupada.

LEIA: Eles tentaram me congelar até a morte’ – Relatos de tortura e resistência nas prisões israelenses

No ano passado, Israel deduziu parte das receitas fiscais que arrecada em nome da AP sob o pretexto de que os valores são usados ​​para pagar as famílias de prisioneiros e mártires palestinos,

A ação israelense contribuiu para a crise financeira sofrida pela AP, que por sua vez se recusou a receber qualquer receita de impostos.

Israel detém cerca de 4.500 palestinos, incluindo 160 crianças e 41 mulheres.

LEIA: Já são quatro prisioneiros palestinos em greve de fome em Israel

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