A Irmandade Muçulmana faz parte do processo político no Iraque e ajudou a redigir a constituição do país, disse o porta-voz do primeiro-ministro, Ahmed Mulla Talal, no domingo.
Em uma entrevista à TV Al-Arabiya Al-Hadath um dia depois que documentos vazados revelaram que Bagdá se recusou a designar o grupo como organização terrorista, Talal disse que quatro dos parlamentares do país faziam parte do grupo.
Mais cedo no domingo, o Centro Nacional de Notícias informou que o Conselho de Segurança Nacional do Iraque se recusou a votar na designação da Irmandade Muçulmana como uma organização terrorista após um pedido do Egito.
A Irmandade Muçulmana está proibida no Egito e nos Emirados Árabes Unidos. Os Emirados,junto com o então Ministro da Defesa egípcio, apoiaram o golpe militar do presidente Abdel Fattah Al-Sisi contra a Irmandade Muçulmana em 2013.
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