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Pelo menos 1.800 palestinos desapareceram em prisões da Síria

Meninos andam de bicicleta em uma rua perto de edifícios destruídos no campo palestino de Yarmuk em Damasco, Síria, em 1 de novembro de 2018 [Louai Beshara/ AFP / Getty Images]
Meninos andam de bicicleta em uma rua perto de edifícios destruídos no campo palestino de Yarmuk em Damasco, Síria, em 1 de novembro de 2018 [Louai Beshara/ AFP / Getty Images]

Há mais de 1.800 palestinos desaparecidos à força, incluindo mulheres e crianças torturadas dentro das prisões do regime sírio, informou a agência de notícias Shehab em uma nova reportagem.

De acordo com o Grupo de Trabalho para Palestinos na Síria, há 1.797 palestinos desaparecidos à força dentro das prisões do regime sírio, além de 620 que morreram como resultado de tortura.

No Dia Internacional das Pessoas Desaparecidas à força, que é marcado em 30 de agosto, o Grupo de Trabalho disse que muitas famílias de refugiados palestinos se recusam a divulgar informações sobre seus filhos desaparecidos ou mortos, temendo prisão e interrogatório pelo regime sírio.

As pessoas são submetidas a tortura diária em centros de detenção secretos que carecem de serviços básicos de saúde, segundo a organização que solicitou ao regime sírio que as liberte ou divulgue informações, enfatizando a importância de revelar quem foi morto e quem ainda está vivo. Além disso, ressaltou a importância de divulgar detalhes sobre os locais de sepultamento das pessoas que morreram durante a detenção.

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