A Corte de Primeira Instância em Amã determinou ontem (23) a soltura de todos os membros do Conselho de Sindicato dos Professores e outros professores detidos, sob fiança, anunciou Bassam Fraihat, advogado do sindicato.
Em 25 de julho, a polícia jordaniana invadiu a sede do Sindicato dos Professores em Amã, além de onze de suas divisões por todo o país.
Aproximadamente 1.000 professores foram presos como resultado das medidas repressivas.
O Procurador-Geral Hassan Abdallat ordenou o fechamento do Sindicato dos Professores por dois anos após uma disputa entre o governo e a organização trabalhista, sobre o atraso no pagamento dos salários aos professores.
Logo após o fechamento da entidade, Abdallat determinou uma ordem abrangente de silêncio sobre todos as informações relativas ao episódio, incluindo redes sociais.
O Sindicato dos Professores da Jordânia foi estabelecido em 2011 e possui quase 140.000 professores filiados.
LEIA: É dever da Jordânia proteger alunos, mas agredir professores pode?
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