O Ministério da Defesa da Líbia disse que pelo menos 55 pessoas foram mortas por minas terrestres plantadas pela milícia leal ao marechal de campo rebelde Khalifa Haftar. Outras 107 pessoas foram feridas pelas minas.
Das vítimas, disse o ministério, 64 eram especialistas em remoção de minas, enquanto o resto eram civis. Os dados foram registrados entre 22 de maio e 9 de agosto deste ano.
Em 13 de julho, a ONU alertou sobre os perigos decorrentes de minas e explosivos plantados pela milícia de Haftar ao sul de Trípoli e em Sirte.
Haftar é apoiado por alguns países árabes e europeus. Ele tenta assumir o controle da capital da Líbia, Trípoli, desde abril do ano passado. No entanto, sua milícia sofreu reveses recentemente, pois o Exército líbio leal ao Governo do Acordo Nacional libertou toda a área administrada pela capital, as cidades de Tarhuna e Bani Walid, bem como as cidades da costa oeste, Al- Base Aérea de Watiya e cidades no distrito de Western Mountain.
LEIA: Mercenários do Sudão foram enviados para apoiar Haftar, denuncia governo da Líbia
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