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Israel liberta policial que matou palestino deficiente

Funeral do palestino Eyad Hallak, morto a tiros pelas forças israelenses em Jerusalém Oriental. Em 31 de maio de 2020. [Mustafa Alkharouf/Agência Anadolu]
Funeral do palestino Eyad Hallak, morto a tiros pelas forças israelenses em Jerusalém Oriental. Em 31 de maio de 2020. [Mustafa Alkharouf/Agência Anadolu]

As autoridades israelenses de ocupação libertaram ontem um policial que matou um palestino deficiente em Jerusalém no dia anterior, colocando-o em prisão domiciliar, revela a mídia israelense.

No sábado, a polícia israelense abriu fogo contra o palestino Eyad Hallak, 32, deficiente, perto de uma escola de necessidades especiais na Cidade Velha de Jerusalém, onde ele trabalhava.

Oficiais israelenses alegaram que ele era terrorista porque usava luvas, informou o Haaretz, observando que uma investigação foi aberta ao caso.

A mãe de Hallaq disse que ele era autista e não entendia as ordens dos policiais israelenses.

Testemunhas disseram à Quds Press que ele se escondeu dentro de um contêiner de lixo colocado em um beco sem saída antes que a polícia pedisse mais reforços.

Então, disseram as testemunhas, a polícia disparou seis balas contra ele e impediu as ambulâncias de fazer os primeiros socorros.

O comandante do oficial também foi libertado da detenção.

Grupos de direitos palestinos pediram uma investigação sobre o incidente que facções palestinas descreveram como “assassinato a sangue frio”.

LEIA: Autoridade Palestina faz apelo para proteger os palestinos dos crimes de Israel

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