O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, provocou nova controvérsia sobre o possível uso de tecnologia avançada para rastrear os telefones de israelenses que foram infectados pelo coronavírus.
Netanyahu anunciou no sábado que a tecnologia, comumente usada pelo Shin Bet em operações de “contraterrorismo”, ajudaria a localizar pessoas que estiveram em contato com os portadores do vírus e a isolá-los, informou o jornal israelense Yedioth Ahronoth.
O documento explicou que, como o uso dessa tecnologia implicaria violar a privacidade dos cidadãos israelenses que não cometeram um “crime”, o governo solicitou a aprovação do Ministério da Justiça para empregar a ferramenta.
Até o momento, 250 israelenses já testaram positivo para o novo coronavírus, conhecido como COVID-19, com a grande maioria dos casos leves; milhares foram isolados e quatro se recuperaram. Na Cisjordânia ocupada, 39 casos foram diagnosticados até agora, segundo informação publicada hoje (16) pelo jornal israelense Haaretz.
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