A Comissão Militar Conjunta da Líbia deu início à segunda rodada de negociações mediadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), com sede na cidade de Genebra, Suíça. O objetivo das conversas é alcançar um cessar-fogo abrangente no país africano.
A Missão de Apoio das Nações Unidas na Líbia fez um apelo a todas as partes relevantes que aproveitem a oportunidade posta pela comunidade internacional, na esperança de que a responsabilidade e o compromisso prevaleçam nas negociações políticas sobre a Líbia, marcadas para 26 de fevereiro.
A primeira rodada de negociações terminou mais cedo neste mês; contudo, sem avanços.
As partes envolvidas – o Governo de União Nacional, reconhecido internacionalmente e liderado pelo Primeiro-Ministro Fayez Al-Sarraj e as forças rebeldes, lideradas pelo general dissidente Khalifa Haftar – são representadas por cinco oficiais cada.
O Governo de União Nacional, entretanto, suspendeu sua participação nas negociações, reivindicando que se assumam ações contundentes contra violações cometidas pelas forças de Haftar, antes de retomar o processo de paz.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Exército israelense prende 16 mulheres palestinas em incursões na Cisjordânia
- Irã diz que mais de 200 menores foram mortos e 1.401 ficaram feridos em ataques EUA-Israel desde 28 de fevereiro.
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Trump e Hegseth não conseguem definir a verdade sobre a guerra EUA-Israel contra o Irã
- Emirados Árabes Unidos alertam que atacar instalações de energia iranianas é uma “escalada perigosa”
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






