Em mais uma sexta-feira, dezenas de milhares de refugiados palestinos no Líbano protestaram contra as restrições de trabalho libanesas que lhes são impostas, informou a Quds Press.
Milhares de refugiados no Líbano participaram dos “maiores” e “mais amplos” protestos desde 15 de julho, quando foram lançados os protestos contra as restrições libanesas.
Comícios e marchas foram organizados em vários campos de refugiados, incluindo Nahr Al-Bared, Baddawi, Shatila, Ein El-Hilwa e Al-Bas.
Durante esses encontros, os refugiados palestinos reiteraram sua exigência de que a nova lei, que obriga todos os trabalhadores estrangeiros a solicitar permissões de trabalho, não deveria se aplicar a eles.
Uma greve geral foi realizada na maioria dos campos de refugiados. Políticos libaneses e ativistas também participaram dos protestos.
Os palestinos vivem no Líbano como refugiados há mais de 70 anos, desde a criação do estado de Israel. Até o momento, eles estão proibidos de trabalhar em quase 70 profissões, incluindo a de cabeleireiros, e moram em campos de refugiados superlotados.
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