Os últimos índices sobre a situação prisional na Arábia Saudita revelaram que 1.028 estrangeiros são mantidos prisioneiros por autoridades sauditas sob acusações de terrorismo ou risco à segurança do estado.
Este número representa 19.7 por cento do total de prisioneiros detidos pela monarquia.
Segundo jornais locais, prisioneiros iemenitas são os mais numerosos entre os estrangeiros, com 358 detidos, seguidos por sírios com 259 prisioneiros, 75 egípcios e 73 paquistaneses.
A pesquisa também estimou que o número de cidadãos sauditas acusados de terrorismo alcançou o índice de 4.201 prisioneiros, representando 80.3 por cento de todos os prisioneiros.
No decorrer dos últimos dois anos, centenas de ativistas de direitos humanos foram detidos sob acusações relacionadas a terrorismo.
Conforme relatos, os detidos são submetidos a métodos hediondos de abuso físico e psicológico, incluindo tortura, confinamento em cela solitária e obstáculos constantes às viagens de seus familiares. Cinco por cento dos prisioneiros detidos na Arábia Saudita morreram sob tortura nas prisões da monarquia.
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