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Grupos de direitos humanos alertam França para não que não se torne parceira na guerra no Iêmen

Menino iemenita anda de bicicleta entre escombros de casas destruídas por recente ataque aéreo realizado da coalizão liderada pelos sauditas. Em 23 de maio de 2019, Sanaa, Iêmen [Mohammed Hamoud / Getty Images]

Um grupo de 19 organizações de direitos humanos alertou a França para que não se torne um parceiro na guerra contra o Iêmen por meio de sua contínua venda de armas para a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, informou o jornal New Khaleej.

As 19 organizações enviaram uma carta ao parlamento francês pedindo aos representantes que exerçam seu papel de monitoramento em relação à venda de armas aos países que realizam a guerra no Iêmen.

“A França pode se tornar um parceiro na guerra contra o Iêmen, caso continue a vender armas para a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos”, escreveram as organizações de direitos humanos em sua carta.

A Human Rights Watch, a Federação Internacional das Ligas dos Direitos Humanos, a Anistia Internacional e a Paz no Iêmen estavam entre as organizações que assinaram a carta.

As signatárias dizem que a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos estão liderando uma coalizão militar que é responsável por “violações sistemáticas e perigosas do direito internacional humanitário contra civis no Iêmen”.

A guerra no Iêmen tirou a vida de dezenas de milhares de civis e os países que vendem armas para as partes em conflito precisam rever suas políticas, disseram eles.

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