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Comissão diz que crimes contra presos palestinos tentam aniquilar sua humanidade

Palestinos que exigem a libertação de prisioneiros detidos em prisões israelenses realizam uma manifestação no bairro de Sheikh Jarrah, a leste de Jerusalém, em 26 de março de 2019. [Faiz Abu Rmeleh / Agência Anadolu]

O general Qadri Abu Bakr, presidente da Comissão de Assuntos dos Prisioneiros, condenou os repetidos crimes cometidos por Israel contra os prisioneiros palestinos, que ele afirma ter feito “um desvio sem precedentes e perigoso” destinado a aniquilar seu patriotismo e humanidade, além de complicar suas vidas diárias na prisão.

Abu Bakr disse em um comunicado ontem que Israel está mobilizando todas as suas capacidades para criar novas realidades em prisões e centros de detenção. Ele ressaltou que Israel usa todas as oportunidades disponíveis para se vingar de prisioneiros e suas famílias, tanto que isso tornou-se uma competição entre políticos israelenses e oficiais militares.

Ele acrescentou: “Há incursões diárias em prisões e centros de detenção e um grande número de detidos é transferido de uma prisão para outra”.

Abu Bakr argumentou que Israel não quer que prisioneiros palestinos tenham condições estáveis na prisão, apontando, como prova de que Israel é racista, para a instrução emitida pela prisão de Ashkelon na semana passada de não permitir que prisioneiros celebrem o Eid El-Fitr.

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