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Oficiais de Gaza denunciam tentativas espúrias de coletar dados de cidadãos

14 de janeiro de 2026, às 07h49

Palestinos deslocados tentam se abrigar no cemitério de Namsawi, sob ataques de Israel, em Khan Younis, sul de Gaza, em 11 de janeiro de 202Palestinos deslocados tentam se abrigar no cemitério de Namsawi, sob ataques de Israel, em Khan Younis, sul de Gaza, em 11 de janeiro de 2026 [Abed Rahim Khatib/Agência Anadolu]6 [Abed Rahim Khatib/Agência Anadolu]

O Ministério de Desenvolvimento Social de Gaza advertiu no domingo (11) sobre esforços espúrios para coletar dados pessoais dos palestinos locais, ao reiterar que não autorizou qualquer entidade a conduzir esse trabalho.

Em nota divulgada pelo gabinete de comunicação do governo, a pasta notou que qualquer link ou telefonema alegando cooperação com o ministério, sem anúncio oficial, deve ser ignorado, de modo que os cidadãos devem manter cautela.

O ministério instou os residentes a confiar somente em informações de fontes oficiais, a fim de que se mantenha a segurança e privacidade dos cidadãos. Desde modo, confirmou que anúncios de novas iniciativas só se darão via canais previamente autorizados.

Gaza permanece sob genocídio e ocupação militar israelense, com mais de 71 mil mortos e 171 mil feridos, desde outubro de 2023, além de dois milhões de desabrigados. Apesar de cessar-fogo, em outubro passado, ao menos 442 pessoas foram mortas e 1.236 feridas desde então, sob ataques e violações de Israel.

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