O Ministério de Relações Exteriores da Rússia negou acusações de que ter conduzido um ataque à embaixada do Catar em Kiev, ao alegar que a culpa pelos danos à missão se deu por um suposto mal funcionamento do sistema de defesa aérea ucraniano.
As informações são da agência de notícias Anadolu.
“Missões diplomáticas jamais foram alvejadas pelas Forças Armadas russas”, alegou em nota a chancelaria neste sábado (10).
Moscou insistiu que os alvos designados não se situavam próximos à missão, ao sugerir que “o sistema de defesa ucraniano não funcionou bem, levando aos danos que vimos na embaixada”.
“A Rússia vê o Estado do Catar como parceiro prioritário e nação amiga”, reiterou a pasta.
A negativa sucedeu comentários do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, de que um drone danificou a embaixada durante uma bateria de mísseis hipersônicos Oreshnik, com mais de 200 lançamentos, além de numerosos mísseis cruzadores.
Zelenskyy destacou a importância diplomática do alvo, ao apontar ao papel do país árabe em mediar a soltura de prisioneiros de guerra.
O ministro de Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, indicou ainda que ataques às proximidades das fronteiras da União Europeia e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) seriam uma “grave ameaça” à segurança da Europa.
Oficiais russos confirmaram realizar uma operação de larga escala contra a infraestrutura de energia e supostas instalações de fabricação de drones, ao descrever a ofensiva como retaliação a um ataque à residência de Vladimir Putin em Novgorod.
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