A Suprema Corte de Israel decidiu nesta quinta-feira (13) discutir uma petição que pretende remover o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu do poder, acusado de violar um acordo de conflito de interesses assinado em meio a seu julgamento em curso por corrupção.
Netanyahu firmou o compromisso com o ex-procurador-geral, Avichai Mandelblit, para que não se envolvesse em qualquer proposta de legislação judicial capaz de afetar o resultado de seu processo, reportou o jornal Times of Israel.
A moção foi submetida pela organização Fortaleza da Democracia, com base em uma carta do procurador-geral, Gali Baharav-Miara, divulgada em março, conforme a qual Netanyahu violou o acordo ao se envolver no projeto de reforma judicial de seu governo.
Baharav-Maria alertou que qualquer ação adicional de Netanyahu nesse sentido seria “ilegal e manchada por conflito de interesses”.
Netanyahu enfrenta uma série de processos nos tribunais israelenses, incluindo acusações de propina, corrupção e crime de responsabilidade.
LEIA: Manifestantes invadem Knesset antes de votação sobre reforma judicial
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