Ao menos 50 sírios pertencentes à comunidade drusa das colinas de Golã foram feridos ao protestarem contra um projeto israelense para construir uma fazenda de energia eólica no território ocupado. Ao menos quatro manifestantes estão em estado grave.
Milhares de pessoas saíram às ruas em protesto nesta quarta-feira (21), pelo segundo dia consecutivo, perto de Majdal Shams.
Os manifestantes atearam fogo em pneus e atiraram pedras e fogos de artifício contra um grande contingente de soldados israelenses pesadamente armados.
Israel ocupou Golã em 1967 e anexou o território sírio em 1981, medida jamais reconhecida internacionalmente, salvo pelo governo dos Estados Unidos de Donald Trump.
Sírios denunciam que a suposta fazenda de energia eólica tomará 3.600 dunams (3.6 km²) de suas terras, hoje cultivadas com maçãs e cerejas.
O líder comunitário Mowafaq Tarif afirmou à imprensa israelense que um levante era esperado, dada à opressão duradoura contra a população local.
LEIA: Israel usa Colinas de Golã para lançar mísseis perto de Damasco, informa agência SANA
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