O Centro por Democracia e Direitos Humanos Insan advertiu na terça-feira (10) para uma nova onda de expansão dos assentamentos ilegais israelenses em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia ocupada e pediu por ações da comunidade internacional para conter a política.
A entidade humanitária expressou apreensão sobre as atividades coloniais, ao mencionar dados compilados pelo Instituto de Pesquisa Aplicada sobre projetos relacionados aos assentamentos, de maneira que 12.943 unidades na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental obtiveram licença para serem instaladas pelo regime sionista.
Os dados confirmam ainda que a ocupação israelense demoliu ao menos 901 casas palestinas ao longo de 2022.
Segundo o comunicado do Centro Insan, as autoridades ocupantes emitiram dezenas de ordens militares para ampliar os assentamentos, instalar pontes de uso exclusivamente judaico e abrir novas vias segregadas, para conectar as áreas sob processo de anexação ilegal.
O comunicado reafirmou que as atividades de Israel nas terras ocupadas equivalem a violações da lei internacional segundo o Artigo 49 da Quarta Convenção de Genebra.
LEIA: Anistia condena proibição da bandeira palestina por Israel
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