Cerca de mil manifestantes iranianos detidos serão indiciados nas Cortes Revolucionárias do Irã, reportou nesta segunda-feira (31) a imprensa local.
Desde meados de setembro, quando Mahsa Amini (22) faleceu em custódia, cidadãos iranianos continuam a tomar as ruas contra o governo, que insiste que os atos civis integram um plano do Ocidente para “destruir” a república islâmica.
Ao mencionar o chefe de justiça de Teerã, a agência semioficial Tasnim confirmou que cerca de mil pessoas serão julgadas pelos tribunais do estado. Os presos políticos são acusados de “atos de sabotagem, incluindo ao agredir e martirizar policiais e atear fogo a prédios públicos”.
Os julgamentos estão previstos para o fim desta semana e serão teoricamente públicos.
No sábado (29), Hossein Salami, comandante-chefe da Guarda Revolucionária, voltou a advertir manifestantes para que não tomassem as ruas. Os cidadãos, entretanto, ignoraram as ameaças.
ASSISTA: Repressão no Irã matou 215 pessoas até então, alerta relatório
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