Autoridades israelenses estenderam nesta terça-feira (21) a proibição de viagens imposta contra o sheikh Ekrima Sabri, imã da Mesquita de Al-Aqsa.
“O Ministério do Interior de Israel emitiu uma ordem para impedir Sabri de viajar ao exterior por outros quatro meses, com fim previsto para 29 de março de 2022”, declarou em comunicado o escritório do líder religioso.
A nota destacou que trata-se da terceira vez consecutiva que Israel estende suas medidas punitivas contra Sabri. A primeira proibição foi deferida em março.
Sabri, de 82 anos, descreveu a decisão israelense como “injusta e inconsistente com os mais básicos princípios dos direitos humanos e das leis e acordos internacionais”.
No entanto, observou: “Há alternativas de contato com outros países, via redes sociais”.
Sabri foi preso por Israel e impedido de entrar no complexo de Al-Aqsa por meses, após denunciar publicamente “violações da ocupação contra os palestinos”.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- União Africana insta Israel a rescindir reconhecimento da Somalilândia
- França busca censurar denúncias da cumplicidade com o genocídio em Gaza
- Israel prende 22 mil em Jerusalém e Cisjordânia, em meio ao genocídio em Gaza
- Ao reforçar abuso, ministro de Israel invade prisão na Cisjordânia ocupada
- Defesa Civil de Gaza estima 8 mil corpos sob os escombros e 3 mil desaparecidos
- Presidente da Cruz Vermelha: ‘O que vimos em Gaza ultrapassa todas as normas legais, éticas, morais e humanitárias’
- Mãe e filha palestinas relatam revistas íntimas e condições severas em detenção israelense
- Embaixadora da Noruega no Iraque e na Jordânia renuncia devido a ligações com Epstein
- Chefe da agência nuclear iraniana sinaliza possível diluição do urânio enriquecido a 60% caso as sanções sejam suspensas
- Gaza luta para reconstruir casa de banhos de 900 anos






