O Primeiro-Ministro do Líbano Najib Mikati solicitou a seus ministros que mantenham o “patriotismo acima de todo o resto”, a fim de desescalar tensões com a Arábia Saudita, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (1°) pela televisão local.
Na sexta-feira (29), Riad expulsou o embaixador libanês e baniu todas as importações do país levantino, após comentários não-oficiais do Ministro das Informações do Líbano George Kordahi, críticos à intervenção do Golfo na guerra do Iêmen.
Bahrein e Kuwait seguiram os passos da monarquia.
Os Emirados Árabes Unidos retiraram também seus diplomatas de Beirute.
Segundo a emissora libanesa Al Jadeed, Kordahi descartou sua renúncia neste domingo.
Em um vídeo que viralizou nesta semana — datado de agosto, antes de tornar-se ministro — Kordahi condenou o conflito no Iêmen como ato de agressão da coalizão saudita e descreveu as ações dos rebeldes houthi, ligados ao Irã, como “autodefesa”.
LEIA: Lidar com o Líbano não é mais ‘frutífero ou útil’, afirma ministro saudita
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Trump e Hegseth não conseguem definir a verdade sobre a guerra EUA-Israel contra o Irã
- Irã diz que mais de 200 menores foram mortos e 1.401 ficaram feridos em ataques EUA-Israel desde 28 de fevereiro.
- Exército israelense prende 16 mulheres palestinas em incursões na Cisjordânia
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Emirados Árabes Unidos alertam que atacar instalações de energia iranianas é uma “escalada perigosa”
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






