Nesta quinta-feira (28), um grupo de hackers — autodenominado Equipe de Moisés — divulgou dados particulares de centenas de soldados e agentes de segurança de Israel, além de jovens encaminhados ao recrutamento obrigatório.
Os detalhes foram publicados na Dark Web, rede clandestina de servidores online.
Os hackers invadiram 165 servidores e 254 websites israelenses e coletaram 11 terabytes de dados. Além disso, alegaram manter vigilância sobre o Ministro da Defesa Benny Gantz.
“Sabemos de cada decisão tomada e atingiremos vocês onde menos esperam”, advertiu o grupo. “Temos documentos secretos do Ministério da Defesa, mapas militares e informações sobre o envio de tropas; divulgaremos seus crimes ao mundo”.
Na segunda-feira (25), fotografias pessoais de Gantz foram publicadas online.
Segundo o jornal Haaretz, os dados expostos incluem detalhes de hierarquia, contingente e contato, além de informações privadas compartilhadas com o alto comando.
Autoridades em Israel acusam o Irã de conduzir o ataque.
Todavia, a república islâmica não comentou o caso, até então.
LEIA: Trabalhadoras tailandesas são abusadas sexualmente em Israel, denuncia novo relatório
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