Um tribunal egípcio sentenciou no domingo Ramy Mohamed Shehata, um técnico de engenharia que serviu no gabinete do falecido presidente Mohamed Morsi, à morte e condenou seu irmão, Radi Mohamed Shehata, a dez anos de prisão sob acusações de terrorismo.
O tribunal considerou os dois réus culpados de fabricação e uso de artefatos explosivos contra civis e alvos públicos, incluindo quartéis da polícia, levando à morte uma pessoa.
A promotoria acusou os réus de ingressarem em uma organização proibida em 2014 em referência à Irmandade Muçulmana. O Egito proibiu o grupo em 2013 depois que o presidente em exercício, Abdel Fattah Al-Sisi, deu um golpe contra o governo democrático do país, chefiado pela Irmandade.
LEIA: Dois anos após morte de Morsi, nenhuma investigação ou justiça
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