O presidente libanês Michel Aoun ontem exigiu que as forças de segurança aumentassem os esforços para combater o contrabando de drogas.
Na sexta-feira, a Arábia Saudita proibiu a entrada de frutas e vegetais importados do Líbano após uma tentativa fracassada de contrabandear milhões de anfetaminas em romãs.
Omã, Emirados Árabes Unidos e Kuwait apoiaram a decisão de Riad.
O Ministro da Agricultura do Líbano, Abbas Mortada, disse lamentar a decisão saudita, explicando que o comércio de frutas e vegetais com a Arábia Saudita representa cerca de US$ 24 milhões por ano.
O Líbano disse ontem que espera que a Arábia Saudita reconsidere a proibição. Beirute está atualmente sofrendo sua pior crise econômica desde a guerra civil.
LEIA: Kuwait aumenta fiscalização de produtos do Líbano após tentativas de tráfico de drogas
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Em Jerusalém, Flávio Bolsonaro ataca Lula e reforça laços com Netanyahu
- Brasil condiciona entrada no ‘Conselho de Paz’ a foco em Gaza e assento palestino
- Trump e a Venezuela: Treze vezes que os EUA impuseram mudanças de regime
- Um milhão em Gaza precisam de habitação urgente, alerta ONU
- ‘Cuba cairá em breve’, afirma Trump após investida na Venezuela
- Trump lança oficialmente seu ‘Conselho da Paz’, ao prometer ir além de Gaza
- Venezuela, Groenlândia e Irã: Principais conclusões
- Blog Décadas de esquecimento e o Conselho de Paz de Trump
- Bebê palestino morre de frio em Gaza sitiada — inverno soma nove vítimas
- Davos retira convite a chanceler iraniano por repressão aos protestos






