Cortes argelinas determinaram penas severas de prisão a três ativistas da oposição presos por postagens no Facebook, reportaram grupos de direitos humanos.
A corte em Cheraga, subúrbio de Argel, capital do país, sentenciou Soheib Debagui a um ano de prisão sob acusação de convocar protesto, desacato a órgãos estatais e atos prejudiciais aos interesses nacionais, por meio de mensagens nas redes sociais, relatou o Comitê Nacional de Libertação de Detidos (CNLD).
A entidade, criada durante os protestos de Hirak, em 2019, assim como a Anistia Internacional, reportou ainda que Larbi Taher e Boussif Boudiaf foram condenados por outro tribunal, em El Bayadh, a 18 meses de prisão, também por postagens publicadas no Facebook.
Segundo seu advogado, em comunicado à rede AFP, Boudiaf destacou a “injustiça do judiciário” argelino sobre sua prisão.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Entre elefantes e pássaros: A ilusão da invencibilidade imperial
- Conselho de Paz de Trump dará ao Hamas um ultimato de dois meses para desarmar-se, diz ministro das Finanças israelense.
- Centenas de ex-funcionários da União Europeia pedem ação enérgica contra Israel
- Conferência Popular pede apoio à UNRWA e à resiliência dos campos de refugiados no exterior
- Lapid quer lei declarando o Catar um Estado inimigo
- Flavio Bolsonaro no Muro das Lamentações pede ‘libertação do Brasil’
- Brasil condiciona entrada no ‘Conselho de Paz’ a foco em Gaza e assento palestino
- Em Jerusalém, Flávio Bolsonaro ataca Lula e reforça laços com Netanyahu
- Trump e a Venezuela: Treze vezes que os EUA impuseram mudanças de regime
- Como Omã passou de mediador a parceiro saudita na guerra do Iêmen?






