As autoridades iraquianas libertaram 2.626 pessoas detidas durante protestos contra o governo, informou a mais alta autoridade judicial do país neste domingo, de acordo com a Agência Anadolu.
Em comunicado, o Conselho Supremo Judiciário disse que 181 manifestantes ainda estão sendo mantidos, aguardando investigação.
O Iraque está abalado por protestos em massa desde o início de outubro, deixando 460 iraquianos mortos e 17.000 feridos, segundo o Alto Comissariado dos Direitos Humanos do Iraque.
Em 1º de dezembro, o parlamento iraquiano aceitou a renúncia do primeiro-ministro Adel Abdul-Mahdi em meio a protestos contra a corrupção e más condições de vida.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Israel deve libertar Ávila e Abu Khashk, reporta centro legal Adalah
- Área produtiva do tamanho de Chicago é destruída por Israel, aponta Líbano
- Especialistas da ONU denunciam Israel por sequestro de Ávila e Saif
- Israel mata 25 mulheres e fere 109 no Líbano desde ‘cessar-fogo’, alerta ONU
- Israel mantém restrições de acesso da Cruz Vermelha aos palestinos em custódia
- 1 em cada 5 amputados em Gaza é criança, alerta ONU em meio à crise de próteses
- Lula publica post cobrando libertação de Thiago Ávila e Abu Keshk
- Israel: O Que Deu Errado? – Entrevista do escritor Omer Bartov a Mohammad Farhan sobre seu livro e o genocídio na Palestina
- Mãe de ativista Thiago Ávila morre enquanto filho segue sequestrado por Israel
- Irã, a crise do poder dos EUA e o fim da narrativa imperial







