O Tribunal de Magistrados de Haifa emitiu uma ordem cautelar suspendendo a demolição e o vandalismo no Cemitério Sheikh Izz ad-Din Al-Qassam em Nesher, a leste de Haifa. O local fica sobre as ruínas da aldeia palestina despovoada de Sheikh.
A decisão foi tomada após uma petição apresentada contra uma empresa israelense que reivindica a propriedade de parte do cemitério, onde obras estavam sendo realizadas sob proteção da polícia israelense.
O tribunal marcou o dia 4 de maio para uma nova audiência a fim de examinar as provas apresentadas tanto pelo Waqf de Haifa quanto pela empresa.
Os trabalhos de demolição começaram na semana passada, com relatos de tratores cobrindo sepulturas em algumas partes do cemitério. A obra foi interrompida após a intervenção de moradores e ativistas de Haifa, Tamra, Cabul e arredores.
Khaled Daghash, administrador do Waqf de Haifa, afirmou que a ordem judicial representa “um primeiro passo legal” para pôr fim às violações em curso no local.
Daghash acrescentou que ambas as partes comparecerão à próxima audiência, ressaltando que a participação pública poderá influenciar o rumo do processo.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Grupo de direitos humanos afirma que 90 mulheres palestinas estão detidas em prisões israelenses
- Irã afirma que quebra de compromissos e bloqueio são os principais obstáculos para negociações “genuínas” com os EUA
- Casa Branca afirma que Trump não considera a apreensão de navios pelo Irã uma violação do cessar-fogo
- Tribunal de Magistrados de Haifa suspende demolição no Cemitério Sheikh Izz ad-Din Al-Qassam
- ONU diz que destruição de estátua de Jesus por soldado israelense no Líbano é “chocante”
- Grupo de direitos humanos afirma que 90 mulheres palestinas estão detidas em prisões israelenses
- Autoridades russas detêm viajantes israelenses no aeroporto de Moscou
- Islamofobia persiste e se espalha por diferentes esferas da vida de mulheres muçulmanas no Brasil
- Brasil insta o Conselho de Segurança da ONU a acabar com a “loucura da guerra”
- Emissora israelense diz que soldado que destruiu estátua de Cristo no Líbano não será julgado






