Lideranças eclesiásticas em Jerusalém ocupada voltaram a reivindicar, neste sábado (28), que autoridades israelenses permitam a reabertura da Igreja do Santo Sepulcro, para as celebrações anuais da Páscoa.
As informações são da agência de notícias Anadolu.
Issa Musleh, porta-voz do Patriarcado Greco-Ortodoxo na cidade, reportou a demanda da comunidade palestina cristã, para que realize seus ritos da Semana Santa.
Cerimônias incluem preces na Sexta-feira Santa, o culto do Fogo Sagrado, no Sábado de Aleluia, e liturgias no Domingo.
As datas de Páscoa diferem entre as congregações: para o ano corrente, igrejas orientais marcam suas festividades em 12 de abril; igrejas ocidentais, no dia 5.
O exército de Israel mantém o fechamento do Santo Sepulcro, assim como a Mesquita de Al-Aqsa, desde 28 de fevereiro, sob pretexto da guerra contra o Irã, coordenada junto da Casa Branca do presidente Donald Trump.
Outro oficial da Igreja Greco-Ortodoxa em Jerusalém, em condição de anonimato, disse à Anadolu que o Patriarca Teófilo III segue engajado em contatos internacionais no objetivo de pressionar Israel a reabrir as igrejas durante o feriado.
Apesar de condenações de países árabes e islâmicos, autoridades da ocupação insistem na negativa à liberdade de culto, tanto a cristãos como muçulmanos palestinos. As ações de Israel são denunciadas como discriminatórias e de motivação política.







