Moradores israelenses perto da fronteira com o Egito expressam temores sobre movimentos incomuns e atividades de escavação

16 minutos ago

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Um grupo de colonos judeus ativistas, segurando uma bandeira israelense, se reúne em frente à passagem de fronteira de Nitzana, na fronteira com o Egito, para impedir a entrada de ajuda humanitária enviada a Gaza, em Nitzana, Israel, em 14 de fevereiro de 2024. [Mostafa Alkharouf – Agência Anadolu]

A mídia israelense relatou uma crescente ansiedade entre os moradores que vivem perto da fronteira com o Egito, após a observação de movimentos incomuns e suspeitas de atividades de escavação no lado egípcio da fronteira.

De acordo com a Corporação de Radiodifusão Israelense (Kan 11), um clima de medo e incerteza se instalou nos assentamentos que fazem fronteira com o Egito, com os moradores expressando preocupação com a possibilidade de um ataque semelhante aos eventos de 7 de outubro.

A emissora informou que os moradores do assentamento de Shlomit relataram ter visto repetidamente caminhonetes circulando perto da cerca da fronteira, enquanto aparentes obras de escavação em áreas próximas levantaram questões sobre o preparo da segurança e se lições suficientes foram aprendidas desde os ataques anteriores.

A reportagem, exibida como parte do programa “Man in the Field”, apresentado por Suleiman Masouda e pelo Kan Digital News Studio, descreveu a crescente tensão na região da fronteira sul de Israel, onde as comunidades permanecem em alerta máximo.

Moradores entrevistados no programa questionaram a abrangência das medidas de segurança atuais, com alguns destacando o impacto psicológico da situação. Um exemplo citado na reportagem questionou por que uma mãe se sentiria compelida a manter uma pistola no quarto dos filhos, refletindo os temores persistentes entre as comunidades fronteiriças.

Veículos de mídia em hebraico também relataram que os colonos que vivem perto da fronteira continuam preocupados com as operações de contrabando em andamento, supostamente realizadas por meio de túneis ao longo da área da fronteira.

Avaliações de segurança israelenses afirmam que redes de contrabando estão cada vez mais ativas, transportando armas, munições e combatentes da Península do Sinai, no Egito, em direção ao território israelense. Autoridades israelenses temem que grupos armados possam explorar rotas de túneis para realizar operações de infiltração, apesar das repetidas garantias egípcias de que a atividade militante no Sinai foi amplamente desmantelada.

De acordo com fontes da inteligência israelense citadas nos relatórios, acredita-se que algumas organizações estejam cavando novos túneis ou reformando túneis antigos destruídos em operações anteriores, utilizando métodos avançados que dificultam a detecção e contando com o apoio logístico de redes locais no Sinai.

Os relatórios surgem em meio a tensões regionais contínuas e maior sensibilidade à segurança ao longo das fronteiras sul de Israel.

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