O Ministério das Relações Exteriores da Palestina acolheu com satisfação o comunicado final da 39ª Cúpula da União Africana em Adis Abeba, afirmando que ele reflete o apoio da África aos direitos inalienáveis do povo palestino.
Em um comunicado divulgado pela Agência de Notícias Palestina (WAFA), o ministério afirmou que as conclusões da cúpula reforçaram os apelos internacionais para o fim da ocupação colonial israelense, a conquista da independência do Estado da Palestina e a concessão de sua plena adesão às Nações Unidas.
O Ministério das Relações Exteriores da Palestina afirmou que a rejeição, pela cúpula, de qualquer tentativa de deslocamento forçado de palestinos, juntamente com os alertas dos líderes africanos sobre a deterioração da situação humanitária na Faixa de Gaza devido à guerra em curso, ao bloqueio e às restrições à ajuda humanitária, demonstraram um compromisso com o direito internacional e uma firme posição moral e política.
De acordo com a declaração final, os líderes africanos expressaram preocupação com as condições humanitárias catastróficas em Gaza, atribuindo-as ao bloqueio israelense e ao impacto das hostilidades contínuas. Eles alertaram que as restrições ao fornecimento de suprimentos médicos e de ajuda humanitária ameaçam a vida de civis.
A cúpula também defendeu a concessão de plena adesão ao Estado da Palestina à ONU, descrevendo-a como um direito legítimo, consistente com o princípio da autodeterminação.
O Ministério das Relações Exteriores da Palestina reiterou seu apreço pela sincera solidariedade africana com a causa palestina e afirmou que as posições da cúpula fortalecem os esforços internacionais para alcançar justiça e paz, incluindo o estabelecimento de um Estado palestino independente com Jerusalém como sua capital.






